O que é desenvolver e praticar a Projeção Consciente

Desenvolver e praticar a Projeção Consciente (desenvolvimento projetivo) é o avanço progressivo, gradual e contínuo da conscin (acrômio para designar a consciência na condição intrafísica), na produção de projeções da consciência para fora do corpo físico.

  1. Avanço projetivo. 
  2. Destravamento projetivo. 
  3. Desamarração projetiva. 
  4. Progressão projetiva. 
  5. Crescimento projetivo. 
  6. Deslanche projetivo. 
  7. Evolução projetiva.
Na imagem "TaiChi" que pode ajudar a desenvolver e praticar a Projeção Consciente.
Na imagem “TaiChi” que pode ajudar a desenvolver e praticar a Projeção Consciente.

Confira as minhas experiências de Projeção Consciente. Já descobri mil modos de como não projetar. 😉

Neologia. As 4 expressões compostas desenvolvimento projetivo, desenvolvimento projetivo precoce, desenvolvimento projetivo mediano e desenvolvimento projetivo tardio são neologismos técnicos da Autoprojeciologia.

Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento quanto ao autodesenvolvimento da projetabilidade lúcida.

Ortopensatologia: – “Autopromociologia. A projeção autoconsciente cria pontos pacíficos. A partir dela, a conscin começa a ver com os paraolhos tudo o que existe. O repúdio às insignificâncias intrafísicas aumenta. O uso da banana technique, então, é praticamente inevitável. A projeção lúcida põe a pessoa mais madura evolutivamente e de modo mais rápido. Existe, portanto, valor inestimável no ato de se enfrentar as dificuldades da autopromoção da projeção consciente”.

Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da projetabilidade lúcida; o holopensene da tecnicidade aplicada à projetabilidade; os parapensenes; a parapensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os paradidactopensenes; a paradidactopensenidade; os paratecnopensenes; a paratecnopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os reciclopensenes; a reciclopensenidade; os cognopensenes; a cognopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; a qualidade do holopensene da base física do projetor influindo no desenvolvimento projetivo; a flexibilidade pensênica na propensão para rever as autoconvicções materiológicas ou místicas.

Fatologia: a autorganização dinamizando a auteficácia no desenvolvimento da projetabilidade lúcida; a aplicação da vontade granítica, buscando, racionalmente, priorizar a lucidez em qualquer dimensão; a autodecisão de investir no desenvolvimento projetivo; a autavaliação do próprio nível projetivo; a projeciografia e o diário projetivo analisados criteriosamente; o desenvolvimento cronológico das autoprojeções conscientes; a avaliação criteriosa do autaperfeiçoamento projetivo; a escala do desenvolvimento das ocorrências projetivas; o fenômeno preliminar apontando, de modo claro e racional, a direção para onde a conscin deve concentrar os autesforços de projetora; a Projeciologia enquanto especialidade prática da Conscienciologia; o Curso Integrado de Projeciologia (CIP) e a Escola de Projeção Lúcida (EPL) do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); a evitação dos recessos prolongados nas séries de experimentos extrafísicos; a identificação dos autotravões projetivos; o desinteresse pela projeção consciente; a falta de estudo projetivo; a dificuldade de rememorar as vivências extrafísicas; o deslumbramento projetivo; o desassombro perante as descobertas e as novidades; a desdramatização da saída lúcida do corpo; o fato de a projetabilidade não depender do desenvolvimento moral do projetor e da própria autoconsciência plena da condição anímica do fenômeno; as atitudes e hábitos pró-projetivos; o desenvolvimento gradual das habilidades projetivas; o estabelecimento de novas rotinas progressivamente, visando ampliar a autoconscientização extrafísica e diminuir os autocondicionamentos intrafísicos; a busca pela ampliação da paracognição pessoal; a vocação pessoal para as pesquisas multidimensionais; a curiosidade sadia quanto à extrafisicalidade; a valorização das conquistas das primeiras experiências projetivas; o autesforço contínuo para o avanço da capacidade projetiva; a evolução qualiquantitativa da apreensão dos conhecimentos extrafísicos; a autoconscientização quanto às melhorias exigidas ao autaperfeiçoamento projetivo; as etapas do desenvolvimento da projetabilidade lúcida; a autorganização, disciplina e persistência necessárias ao domínio das automanifestações dos veículos conscienciais; a necessidade imprescindível do conhecimento teórico projeciológico para o desenvolvimento projetivo; a leitura especializada sobre a projeção consciente; os debates com outros projetores sustentando a automotivação para se projetar; a autossuperação do restringimento intrafísico.

Parafatologia: o desenvolvimento projetivo; a escala dos contatos extrafísicos demonstrando a evolução do projetor; a monitoria do desenvolvimento das autovivências projetivas; a melhoria do autodesempenho extrafísico; o fenômeno preliminar enquanto unidade de medida do avanço nos autodesempenhos projetivos; o reconhecimento do valor da autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a identificação e caracterização dos aspectos da aura projetiva pessoal; os alvos mentais extrafísicos, prioritários, a serem atingidos gradativamente, de maneira cronológica, a partir de estratégias inteligentes; o alcance de novos recordes extrafísicos; os extrapolacionismos parafenomenológicos indicando os neopatamares projetivos a serem alcançados; a conquista de grau elevado de autoconsciência extrafísica sendo o maior objetivo no desenvolvimento projetivo; a aferição do desenvolvimento da projetabilidade pela ampliação dos níveis de acuidade extrafísica; o nível da evolução da lucidez mantida em qualquer dimensão determinando o patamar evolutivo do projetor autoconsciente; a projetabilidade enquanto atributo natural das consciências; as intoxicações energéticas dificultando a ampliação da lucidez extrafísica; a ociosidade extrafísica sendo a pior condição projetiva capaz de anular o desenvolvimento da vida extrafísica da conscin; a banalização das autexperiências extrafísicas dificultando o desenvolvimento projetivo gradual; a para-herança projetiva repercutindo na vida atual; a emersão da Parafenomenologia Projetiva em razão de treinamentos desenvolvidos em retrovidas; as capacidades projetivas espontâneas atuais resultantes de retroesforços pessoais; a impactoterapia da primoprojeção lúcida; a aprendizagem derivada das paravivências; as autocomprovações quanto à realidade extrafísica; as projeções conscientes assistidas; o reconhecimento dos autesforços do projetor pelo amparo extrafísico; a parapreceptoria nas experiências projetivas; o suporte paratécnico especializado dos monitores extrafísicos; as projeções didáticas; o desenvolvimento projetivo enquanto profilaxia da parapsicose pós-dessomática; a cosmoética extrafísica máxima sendo megameta no desenvolvimento projetivo; a assistencialidade extrafísica qualificada enquanto objetivo magno no desenvolvimento das potencialidades projetivas; o desenvolvimento da autoconsciência extrafísica avançada sendo a maior conquista, básica, para qualquer projetor consciente; a projetabilidade lúcida enquanto parafenômeno de alta transcendência capaz de ampliar a autolucidez da conscin em nível incomparável com as experiências humanas.

Detalhismo sobre desenvolver e praticar a Projeção Consciente:

Sinergismologia: o sinergismo base física–projeção consciente; o sinergismo relaxamento-projetabilidade; o sinergismo leitura de relatos projetivos–aplicação de técnicas projetivas; o sinergismo assimilação da teoria–autovivência da prática; o sinergismo autodidatismo–interesse parapesquisístico; o sinergismo tenepes–projeção consciente.

Principiologia: o princípio da descrença (PD) aplicado aos autexperimentos extrafísicos; o princípio da autexperimentação fundamentando o desenvolvimento projetivo; o princípio de os resultados advirem dos autesforços projetivos; o princípio de a autopesquisa servir de base para o desenvolvimento da projetabilidade; o princípio da acumulabilidade cognitiva.

Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) favorecendo o desenvolvimento da projetabilidade lúcida.

Teoriologia: a passagem do 1% da teoria para os 99% da prática projetiva; a teática da projeciografia e da projeciocrítica.

Tecnologia: a técnica da autorganização consciencial; a técnica da imobilidade física vígil; a técnica do Estado Vibracional enquanto ferramenta-chave no desenvolvimento da projetabilidade lúcida; a técnica da soltura energossomática; a aplicação repetida de técnicas projetivas a fim de alcançar a autonomia na saída lúcida do corpo; o autexame projetivo enquanto técnica de desenvolvimento da autoconsciência extrafísica; as abordagens paratécnicas dos amparadores ao projetor; a aplicação eficiente de técnicas de rememoração dos eventos extrafísicos; as técnicas projeciométricas.

Voluntariologia: o desenvolvimento do paravoluntariado tarístico.

Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil; o laboratório conscienciológico do estado vibracional; o laboratório conscienciológico da Autossinaleticologia; o laboratório conscienciológico da Autoprojeciologia; o laboratório conscienciológico da Autorganizaciologia.

Colegiologia: o Colégio Invisível da Experimentologia; o Colégio Invisível da Energossomatologia; o Colégio Invisível da Parapercepciologia; o Colégio Invisível da Projeciologia;

Efeitologia: o efeito antiprojetivo do autassédio; o efeito das práticas energéticas no desenvolvimento projetivo; os efeitos da voliciolina nos resultados projetivos; o efeito dos autodesempenhos projetivos constantes e prolongados; o efeito do acúmulo de experiências extrafísicas; os efeitos conscienciais das projeções lúcidas em série; os efeitos evolutivos do desenvolvimento da projetabilidade lúcida.

Neossinapsologia: a necessidade de criar neossinapses para desenvolver a projetabilidade lúcida; a geração de neossinapses pela aplicação de técnicas projetivas; as neossinapses advindas do escrutínio dos autexperimentos projetivos; a postura paracientífica propícia à criação de paraneossinapses; os recursos paradidáticos empregados pelos amparadores extrafísicos na dinamização das paraneossinapses do projetor.

Ciclologia: o ciclo projetivo; o ciclo da autorganização da rotina diária para aplicação de técnicas projetivas; o ciclo virtuoso experiência projetiva–achados instigantes–catálise automotivacional; o ciclo vivência da projeção consciente–registro dos parafatos–interpretação do conteúdo; o ciclo de extrapolações paradidáticas.

Binomiologia: o binômio domínio das energias–desenvoltura projetiva; o binômio lucidez–rememoração posterior; o binômio intrafisicalidade-extrafisicalidade.

Interaciologia: a interação autodidatismo permanente–autoqualificação crescente; a interação nível de autorganização–nível de projetabilidade; a interação curiosidade sadia–desenvolvimento projetivo; a interação mapeamento da sinalética parapsíquica–desenvolvimento projetivo; a interação autocognição intrafísica–autocognição extrafísica; a interação autopredisposição-heterajuda; a interação projetor-parapreceptor.

Foto representando a interassistência para "desenvolver e praticar a Projeção Consciente"

Crescendologia: o crescendo da Fenomenologia Projeciológica; o crescendo pesquisa humana–parapesquisa multidimensional; o crescendo das autexperimentações extrafísicas; o crescendo projeção espontânea–projeção assistida–projeção intencional; o crescendo conscin de existência trancada–projetor jejuno–projetor veterano; o crescendo hipoacuidade extrafísica–autoconsciência extrafísica–cosmoconsciência; o crescendo semiconsciência extrafísica–projetabilidade lúcida–vida alternante–vigília contínua.

Politicologia: a projeciocracia.

Legislogia: as leis da Projeciologia; a lei do desenvolvimento gradual das sensibilidades anímico-parapsíquicas; a lei do aperfeiçoamento contínuo aplicada ao desenvolvimento projetivo.

Filiologia: a projeciofilia; a tecnofilia; a parafenomenofilia; a parapsicofilia; a multidimensionofilia; a extrafisicofilia; a experimentofilia; a neofilia.

Fobiologia: a projeciofobia; a tanatofobia; a espectrofobia; a parapsicofobia; a disciplinofobia; a teaticofobia; a autopesquisofobia; o medo sendo a emoção mais prejudicial ao desenvolvimento das experiências fora do corpo.

Sindromologia: a extinção da síndrome da banalização parapsíquica; a superação da síndrome da autossubestimação parapsíquica.

Mitologia: o mito da autevolução espontânea, natural e sem autesforço; o mito do desenvolvimento projetivo instantâneo; a desmitificação da projetabilidade da consciência; a queda dos mitos relativos à dimensão extrafísica.

Holotecologia: a projecioteca; a parapsicoteca; a fenomenoteca; a extrafisicoteca; a volicioteca; a tecnoteca; a metodoteca.

Interdisciplinologia: a Autoprojeciologia; a Projeciografia; a Projeciometria; a Projeciocriticologia; a Holossomatologia; a Energossomatologia; a Autolucidologia; a Parapercepciologia; a Parafenomenologia; a Extrafisicologia; a Experimentologia; a Paratecnologia; a Parapesquisologia.

Argumentologia sobre desenvolver e praticar a Projeção Consciente

Exemplologia: desenvolvimento projetivo precoce = o avanço na produção de projeções da consciência para fora do corpo físico empreendido pelo jovem inversor, moça ou rapaz, lúcido; desenvolvimento projetivo mediano = o avanço na produção de projeções da consciência para fora do corpo físico empreendido pela conscin lúcida iniciado na meia-idade física; desenvolvimento projetivo tardio = o avanço na produção de projeções da consciência para fora do corpo físico empreendido pela conscin iniciado na idade física avançada.

Culturologia: a cultura do autaprimoramento projetivo; a cultura da autexperimentação projeciológica; a cultura dos saberes multidimensionais; a Paracultura da Parafenomenologia.

Capacitação. Se a conscin é capaz de compreender teoricamente, como ocorre e quais as técnicas a fim de se alcançar a projeção consciente, possui plena capacidade de desenvolver a projetabilidade lúcida.

Hábito. O desenvolvimento projetivo não ocorre abruptamente, apenas a mudança gradual de hábitos e rotinas. Como qualquer outra habilidade exige esforço, dedicação e investimento por parte da pessoa interessada.

Variáveis. No universo da Projeciologia, eis, a título de exemplo, na ordem alfabética, 15 variáveis técnicas influentes no desenvolvimento do projetor ou projetora:

  1. Agenda extrafísica. Os alvos mentais projetivos.
  2. Base física. O local intrafísico dos autexperimentos projetivos.
  3. Dificultadores. As inexperiências e inabilidades projetivas.
  4. Estudo. O autodidatismo projeciológico.
  5. Facilitadores. Os catalisadores projetivos.
  6. Impactoterapia. Os traumas extrafísicos inevitáveis e indispensáveis ao desenvolvimento do projetor.
  7. Mnemônica. A rememoração das vivências projetivas.
  8. Monitoria. A parapreceptoria nas experiências projetivas.
  9. Paracuidade. O nível de lucidez extracorpórea.
  10. Parapsiquismo. Os extrapolacionismos parapsíquicos projetivos.
  11. Projetabilidade. As habilidades projetivas pessoais (traquejo).
  12. Restringimento. Os autocondicionamentos psicológicos.
  13. Sinalética. Os sinais precursores projetivos.
  14. Soltura. A descoincidência dos veículos de manifestação.
  15. Tecnologia. A utilização de técnicas projetivas.

Acabativa

Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o desenvolvimento projetivo, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores interessados:

  1. Ação extrafísica;
  2. Agente antiprojeção consciente;
  3. Alternância interdimensional;
  4. Aptidão a conhece;
  5. Autexame projetivo;
  6. Autoconscientização multidimensional;
  7. Autoparapercepciologia ideal;
  8. Catálise da projetabilidade;
  9. Hipoacuidade extrafísica;
  10. Inabilidade projetiva;
  11. Lucidez extracorpórea;
  12. Nível de projetabilidade;
  13. Projeciometria;
  14. Projetabilidade reciclogênica;
  15. Projetor jejuno.

A autorresolução quanto ao desenvolvimento gradual da autonomia extrafísica e das conquistas projetivas desafiadoras possibilita a ampliação da cultura extrafísica pessoal.

Você investe no desenvolvimento da projetabilidade lúcida?

Quais ações práticas já aplica visando a melhoria dos auto desempenhos projetivos?

Referências

Vídeo sobre desenvolver e praticar a Projeção Consciente.

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