O relato projetivo (descrição da experiência projetiva consciente) é a narrativa detalhada, oral ou escrita, do conjunto de fatos, eventos, ações ou vivências desenvolvidas durante a experiência da consciência fora do corpo humano.

  1. Relatório projetivo.
  2. Descrição da experiência projetiva. 
  3. Explanação do episódio projetivo. 
  4. Narrativa da vivência projetiva. 
  5. Exposição projeciológica.

Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 13 cognatos derivados do vocábulo relato: correlata; correlatar; correlato; relatador; relatadora; relatar; relator; relatora; relatoria; relatoriada; relatoriado; relatoriar; relatório.

Confira as minhas experiências de Projeção Consciente. Já descobri mil modos de como não projetar. 😉

Neologia. As 3 expressões compostas relato projetivo, relato projetivo elementar e relato projetivo avançado são neologismos técnicos da Projeciologia.

Antonimologia: 1. Relato materiológico. 2. Descrição de vivência intrafísica. 3. Sigilo projetivo. 4. Escondimento da vivência projetiva. 5. Sonegação de informação projeciológica.

Estrangeirismologia: a exposição do background projetivo; o know-how projeciológico explicitado; o Projetarium.

Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento quanto à importância da divulgação projeciológica cosmoética.

Megapensenologia. Eis megapensene trivocabular relativo ao tema: – Relatos assistem consciências.

Descrição da experiência projetiva consciente
Sonho ou um Descrição da experiência projetiva consciente?

Fatuística

Pensenologia: o holopensene pessoal da Taristicologia Projetiva; os parapensenes; a parapensenidade; os paradidactopensenes; a paradidactopensenidade; os paratecnopensenes; a paratecnopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os cognopensenes; a cognopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; a flexibilidade pensênica na propensão para rever as autoconvicções materiológicas ou místicas a partir da leitura de relatos projetivos.

Fatologia: o relato projetivo; a descrição lógica e correta das próprias vivências projetivas; a autoridade verbaciológica do projetor explicitada no relato projetivo; a exposição exemplificativa das autovivências projetivas; a didática na explicitação dos autexperimentos projetivos; a tradução das autexperiências extracorpóreas em palavras; a falta de vocabulário adequado para expressar e descrever determinadas vivências extrafísicas; o registro imediato do experimento projetivo evitando a hipomnésia e a possibilidade de imprecisões descritivas; a tecnicidade aplicada às descrições das autovivências projetivas; os registros projetivos pessoais enquanto matéria-prima para a autopesquisa projeciológica; a análise exaustiva e criteriosa dos próprios relatos projetivos; a autossurpreendência pela releitura de experiência projetiva registrada e esquecida; a possibilidade de confirmação posterior de determinados detalhes da vivência extracorpórea registrada; a necessidade de se aguardar a passagem de tempo para a compreensão ampliada de vivências projetivas específicas; a leitura atenta dos próprios relatos projetivos podendo desencadear novas experiências fora do corpo; o cotejo entre as autovivências extracorpóreas e as paravivências relatadas por outros projetores; a partilha do próprio saber projetivo; a casuística projetiva pessoal enquanto fonte das autogescons; a escrita de artigos, verbetes e livros tendo por base as autexperiências projetivas; os relatos projetivos publicados enquanto fonte de pesquisa projeciológica; a análise técnica de livros de relatos projetivos; o livro Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Físico; a existência de extensa Bibliografia Internacional Específica já publicada sobre as projeções lúcidas; os relatos projetivos espontâneos de desconhecedores do fenômeno da projeção da consciência corroborando as pesquisas projeciológicas; a validação coletiva das interpretações projeciológicas através de debates; a divulgação científica da Projeciologia; a revista Homo projector; o ato de evitar a omissão deficitária nas oportunidades tarísticas de difusão projeciológica; os processos projetivos iniciáticos históricos não registrados; o sigilo e discrição quanto às autoprojeções a fim de evitar supostos malefícios aos incautos; a evitação instintiva do relato das próprias experiências projetivas cooperando para impedir a expansão das pesquisas da Projeciologia; a esquiva em expor as próprias vivências extracorpóreas por julgar serem fatos naturais e corriqueiros a toda a humanidade; o conhecimento da projeção consciente a partir de relatos de terceiros não substituindo a vivência direta do fenômeno; o aprendizado com as experiências projetivas de outros projetores; as trocas de experiências entre projetores sustentando a automotivação para se projetar; a autexperiência projetiva corroborada por narrativa de paravivência do interlocutor; os catalisadores da emersão da projetabilidade latente; a saturação mental alcançada a partir da leitura de relatos projetivos; o contágio psicológico a partir da autexposição do projetor veterano desencadeando projeções conscientes espontâneas nos interlocutores.

Parafatologia: o estado vibracional (EV) profilático; os fenômenos parapsíquicos vivenciados em decorrência dos estudos projeciológicos pessoais; o aproveitamento paradidático pelos amparadores extrafísicos das leituras de relatos projetivos realizadas pelo candidato às projeções da consciência; o relato projetivo predispondo a ampliação gradativa da autolucidez extrafísica; a bagagem paravivencial do projetor; a autoconstatação testemunhal da pararrealidade; a valorização dos autexperimentos projetivos analisados; a autovivências projetivas inesquecíveis.

Detalhismo

Sinergismologia: o sinergismo leitura de relatos projetivos–aplicação de técnicas projetivas; o sinergismo assimilação da teoria–autovivência da prática; o sinergismo autodidatismo–interesse parapesquisístico; o sinergismo amadurecimento parapsíquico–correção nas interpretações; o sinergismo lacuna mnemônica–imaginação dificultando a interpretação real dos parafatos; o sinergismo anotação-memória; o sinergismo autoridade cosmoética–força presencial.

Principiologia: o princípio da descrença (PD) enquanto ferramenta antimisticismo e vacina antideslumbramento projetivo; o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio do posicionamento pessoal (PPP); o princípio da cobaiagem consciencial recíproca; o princípio da discrição cosmoética no relato dos parafatos; o princípio da isenção na análise das vivências pessoais; o princípio da autexperimentação confirmada a partir do diário projetivo.

Codigologia: a cláusula de fidedignidade das vivências projetivas durante o relato presente no código pessoal de Cosmoética (CPC).

Teoriologia: a teoria projeciológica autocomprovada; a teoria da comunicabilidade cosmoética; a teática das autexperiências projetivas compartilhadas; a passagem do 1% da teoria para os 99% da prática projetiva.

Tecnologia: o emprego das técnicas projetivas conscienciológicas; as técnicas de rememoração dos eventos extrafísicos; a técnica de imersão projetiva; as técnicas pessoais de projeciografia e projeciocrítica aprimoradas a partir da prática; as técnicas projeciométricas utilizadas na análise de relatos projetivos pessoais e alheios.

Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Autoprojeciologia; o laboratório conscienciológico da Autexperimentologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia.

Colegiologia: o Colégio Invisível da Projeciologia; o Colégio Invisível da Comunicologia; o Colégio Invisível da Parafenomenologia; o Colégio Invisível da Extrafisicologia.

Efeitologia: os efeitos das primeiras experiências projetivas sobre a motivação de produzir novas experiências; o efeito da vivência da projeção consciente transparecendo na recin da conscin projetora; o efeito arrastante dos exemplos construtivos.

Neossinapsologia: a postura paracientífica propícia à criação de paraneossinapses; as neossinapses geradas pela projetabilidade lúcida (PL); os recursos paradidáticos empregados pelos amparadores extrafísicos na dinamização das paraneossinapses do projetor.

Ciclologia: o ciclo virtuoso experiência projetiva–achados instigantes–catálise automotivacional; o ciclo vivência da projeção consciente–registro dos parafatos–interpretação do conteúdo; o ciclo estudo–vivência projetiva–projeciografia–projeciocrítica–publicação.

Enumerologia: o projetor consciente na condição de intercambista multidimensional; o projetor consciente na condição de desmistificador da experiência fora do corpo; o projetor consciente na condição de mensageiro da realidade extrafísica; o projetor consciente na condição de porta-voz da Projeciologia; o projetor consciente na condição de instrutor de neoprojetores; o projetor consciente na condição de catalisador da heteroprojetabilidade; o projetor consciente na condição de futuro parapreceptor de projetores.

Binomiologia: o binômio intrafisicalidade-extrafisicalidade; o binômio cérebro-paracérebro; o binômio lucidez extrafísica–rememoração posterior; o binômio autocrítica-heterocrítica; o binômio autovivência projetiva–discrição cosmoética; o binômio discrição intrafísica–superexposição extrafísica; o binômio parafato-interpretação; o binômio percepção individual–proveito coletivo.

Interaciologia: a interação registro-revelação; a interação explicitação-elucidação; a interação autor-leitor; a interação projetor veterano–projetor jejuno.

Crescendologia: o crescendo pesquisa humana–parapesquisa multidimensional; o crescendo das autexperimentações extrafísicas.

Antagonismologia: o antagonismo conscin teática / conscin teoricona; o antagonismo vida projetiva lúcida / vida humana trancada; o antagonismo consciência amplificada / consciência reprimida; o antagonismo experimentar / imaginar; o antagonismo explicitar / ocultar; o antagonismo responsabilidade tarística do projecionista / vaidade do projecionista; o antagonismo intenção de informar / intenção de convencer.

Paradoxologia: o paradoxo dos registros intrafísicos influenciando as experiências extrafísicas; o paradoxo de a projeção breve poder proporcionar paraconhecimento vasto.

Politicologia: a projeciocracia; a parapsicocracia; a autopesquisocracia; a lucidocracia.

Legislogia: as leis da Projeciologia.

Filiologia: a projeciofilia; a experimentofilia; a parafenomenofilia; a parapsicofilia; a multidimensionofilia; a extrafisicofilia; a neofilia; a registrofilia; a memoriofilia; a autocriticofilia.

Fobiologia: a projeciofobia; a tanatofobia; a extrafisicofobia; a parapsicofobia.

Sindromologia: a evitação da síndrome da hipomnésia.

Mitologia: o mito do desenvolvimento projetivo instantâneo; a extinção dos mitos ilusórios da intrafisicalidade; a queda dos mitos relativos à dimensão extrafísica; a desmitificação da projetabilidade da consciência.

Holotecologia: a projecioteca; a comunicoteca; a grafopensenoteca; a extrafisicoteca.

Interdisciplinologia: a Projeciologia; a Projeciografologia; a Projeciocriticologia; a Projeciometria; a Experimentologia; a Comunicologia; a Cosmoeticologia; a Extrafisicologia; a Parapercepciologia; a Interassistenciologia; a Evoluciologia.

Perfilologia

Elencologia: a conscin lúcida; a isca humana lúcida; o ser desperto; o ser interassistencial; a conscin eletronótica; a isca humana inconsciente.

Hominologia: o Homo sapiens duplex; o Homo sapiens projectius; o Homo sapiens multidimensionalis; o Homo sapiens parapsychicus; o Homo sapiens communicologus; o Homo sapiens analyticus; o Homo sapiens perquisitor.

Argumentologia

Exemplologia: relato projetivo elementar = a exposição oral das autovivências fora do corpo pelo projetor jejuno; relato projetivo avançado = a publicação das autovivências fora do corpo pelo projetor veterano.

Culturologia: a cultura da autexperimentação projeciológica; a cultura da projetabilidade lúcida; a cultura dos saberes multidimensionais explicitada nos relatos projetivos.

Posturas. Sob a ótica da Comunicologia, eis, em ordem alfabética, 6 posturas ideais a serem observadas pelos projetores e projetoras ao relatar as autovivências projetivas:

  1. Autocriticidade. Escolher criteriosamente os interlocutores interessados e o contexto, forma, momento e local adequados para comunicar as autoprojeções.
  2. Cosmoeticidade. Atentar acuradamente quanto à intencionalidade sadia de assistir o interlocutor ao expor as paravivências pessoais.
  3. Discernimento. Ponderar sobre as consequências da divulgação dos autexperimentos projetivos.
  4. Discrição. Relatar os parafatos vivenciados sem expor outras consciências envolvidas.
  5. Fidedignidade. Evitar concisões lacunadas, sonegações, dubiedades, subentendidos, obscuridades, distorções e incompreensões nos relatos das próprias vivências extracorpóreas.
  6. Higiene Mental. Evitar evocações espúrias das consciências assistidas nos registros e relatos projetivos.

Acabativa

Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o relato projetivo, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:

  1. Agente antiprojeção consciente: Projeciologia; Nosográfico.
  2. Alexitimia: Comunicologia; Nosográfico.
  3. Autoconscientização multidimensional: Projeciologia; Homeostático.
  4. Conhecimento teático: Teaticologia; Homeostático.
  5. Conscin-cobaia: Experimentologia; Neutro.
  6. Conscin-fonte: Autexperimentologia; Neutro.
  7. Desenvolvimento projetivo: Autoprojeciologia; Homeostático.
  8. Deslumbramento projetivo: Projeciologia; Nosográfico.
  9. Diário projetivo: Projeciografologia; Neutro.
  10. Diários: Grafopensenologia; Neutro.
  11. Divulgação científica: Comunicologia; Neutro.
  12. Fruto experimental: Experimentologia; Homeostático.
  13. Projeciofilia: Projeciologia; Homeostático.
  14. Representante multidimensional: Verbaciologia; Neutro.
  15. Tares expositiva: Interassistenciologia; Homeostático.

A condição de representante multidimensional do projetor consciente é consolidada pela divulgação cosmoética das autovivências projetivas em favor do esclarecimento de todos.

Você divulga as próprias vivências projetivas visando a interassistencialidade tarística projeciológica?

Quais os resultados alcançados até o momento?

Descrição da experiência projetiva consciente (Relato projetivo)

Referências da Descrição da experiência projetiva consciente

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